quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Explode a bomba | Elas vieram para liberar a proibida.

Explode a bomba

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marcelo@experimentecom.com.br

Nesta semana, a ficha finalmente caiu. O jornal Folha de S. Paulo apurou que as duas garotas — que, na verdade, são inglesas — foram contratadas em dezembro passado pela nova empresa cervejeira nacional CBBP (Companhia Brasileira de Bebidas Premium), com fábricas no Ceará e em Pernambuco. As beldades são pagas para anunciar o novo rótulo da cervejaria, a Proibida, a ser lançada em junho. Detalhe incendiário: O programa Pânico tem contrato com a gigante cervejeira Ambev, concorrente direta da CBBP.
O vídeo acima, aparentemente, retrata o momento no qual Alan Rapp, diretor do programa humorístico, ficou sabendo da tramóia. O portal IG anunciou ontem, 14/5, que a Ambev pediu à Rede TV! que tirasse imediatamente do ar todas as imagens das personagens Michaela e Dominica. Espera-se para os próximos dias maiores repercussões sobre a “pegadinha” na qual caiu o programa Pânico, este mesmo notório em aplicar peças em seus convidados e entrevistados.
Abaixo, um bate-papo com Jader Rosseto, responsável pela criação e direção da campanha da cerveja Proibida, que durou cinco meses e foi filmada simultaneamente em Londres e no Brasil.
Rosseto garante a originalidade e diz que nada assim foi visto antes. Dono de dezenas de Leões em Cannes, o ex-VP da Fischer Fala! volta à cena anos depois de ter plantado o insinuante namoro do famoso Baixinho da Kaiser e a modelo Karina Bacchi. À época, a mistura entre propaganda e conteúdo rendeu burburinho. Agora, não foi diferente.
Por que a cerveja se chama “Proibida”?
Jader Rosseto – Porque é um ótimo nome pra cerveja!  Vem do fato de que é uma bebida premium por um preço que não se pode pagar no mercado. Uma boa cerveja, com qualidade e preço baixo, é algo proibido no mercado hoje. Os programas jovens já estão dominados pelas marcas concorrentes. Então para entrar no mercado com eficiência, tem que ter uma ação inteligente e diferenciada como essa.
Como nasceu essa ideia maluca que veio como propaganda e virou um buzz gigantesco?
Jader Rosseto – A ideia sempre foi fazer uma ação completamente diferenciada, inusitada inovadora e online, o que acabou virando um sucesso tão grande que o Pânico também adotou.
E o Pânico na TV não sabia de nada mesmo?
Jader Rosseto – Nunca soube. Eles simplesmente gostaram das meninas e usaram o conteúdo para ganhar audiência. Criaram um reality show com elas e achamos legal, mas a intenção foi fazer uma ação. Estávamos contando uma história, agregando conteúdo e canal.
Você pensou que algum programa de TV “compraria” a veracidade da história?
Jader Rosseto – Eu imaginei que falta conteúdo inteligente e divertido no Brasil. Achei que as pessoas iriam adotar o conteúdo, mas não sabíamos quem faria isso. Acabou que eles (Pânico) fizeram oito episódios maravilhosos e também foram beneficiados. Nunca entramos em contato com o Pânico. O conteúdo é bem-humorado e caiu no gosto do brasileiro.
A partir do momento em que o programa anunciou o reality, passou pela sua cabeça avisar por conta de um possível mal-estar já que a Skol é patrocinadora da atração?
Jader Rosseto – Eu não sabia nem que a Skol era o único patrocinador. Para nós, isso era mais um conteúdo divertido. Não sei dos acordos que os programas têm e nunca quis machucar o Pânico ou ofender a Skol. Eles usaram nosso conteúdo e pegamos carona com o programa.
Você acha que o Pânico foi ingênuo?
Jader Rosseto – Não acho. O programa não sabia, mas ele “trolla” o Brasil inteiro. Ele pega no pé de todo mundo e não pegamos no pé deles. Minha ideia nunca foi trollar o Pânico, tanto que o R7, o Vírgula e Papo de Homem também entraram na brincadeira. É uma ação para o Brasil gostar.
Como foi convencer o cliente?
Jader Rosseto – É algo inovador, então não tem como vender para o cliente porque nunca foi feito. Foi uma crença maravilhosa da CBBP – Companhia Brasileira de Bebidas Premium. Filmamos em Londres e no Brasil e o case é muito interessante em detalhes. São quase cinco meses de trabalho com investimento de R$ 400 mil, sendo que o retorno é imensurável em mídia espontânea. Atingimos os pontos mais legais do marketing atual: engagement (engajamento), storytelling (contar uma história) integração entre on e off e ambush marketing (consumir conteúdo sem saber da existência da marca). Nunca ninguém fez isso no Brasil, e acho que nem no mundo! São 180 mil seguidores no Twitter em três ou quatro meses.
Você fez algo parecido na Fischer, quando comprou a capa da revista Caras para insinuar um namoro entre o Baixinho e a Karina Bacchi…
Jader Rosseto – Foi diferente porque foi só um veículo e não tinha integração entre on e off. Não tinha história pra contar e essa ação é muito superior, mais evoluída. Com estas características, nem lá fora foi feito.
Você pretende inscrever em Cannes?
Jader Rosseto – Esse ano acho que não, mas nem estou preocupado com prêmios. Estou preocupado com o sucesso que ela está tendo, porque é divertida e colocou a cerveja Proibida no conceito do Brasil. Posicionou a marca no país inteiro em poucos dias.
Agora que a cerveja foi lançada, o que o público pode esperar do trabalho complementar?
Jader Rosseto – Independente dos programas que mostraram a ação, tem mais 10 filmes que entram no ar com as tchecas pelo Brasil mostrando a cerveja e o envolvimento com a marca.No site tem outra ação interessante: vamos trazer um esporte tcheco ao país. O universo tcheco vai continuar. Não vai parar por causa do Pânico… não temos nada a ver com o programa. O sucesso continua.
Fonte: Exame


Tchecas da cerveja Proibida
Após o estouro de mídia espontânea alcançado com a engenhosa participação das tchecas no Pânico na TV!, a Proibida continua ‘vendendo’ a imagem da cerveja por meio das redes sociais.
No quarto vídeo da campanha, divulgado com exclusividade por EXAME.com, as garotas-propaganda da bebida fazem uma visita à fábrica da CBBP em Pindoretama (CE), a 40 quilômetros de Fortaleza, onde são recebidas por Valverde, o mestre cervejeiro da companhia. Na ocasião, Valverde ensina às estrangeiras como pedir uma cerveja bem gelada em português.
A tática da cerveja estreante, baseada principalmente em ações de cross media que gerem buzz e efeito viral nas redes sociais, faz parte da estratégia da CBBP para apresentar seu produto aos consumidores brasileiros. A empresa optou por desviar de modelos convencionais de publicidade, gerando conteúdo próprio e compartilhável.
Segundo o diretor-presidente da companhia, João Noronha, existe também o desafio de entrar em um mercado de bebidas altamente inchado e concentrado como o brasileiro: “Em volume de cerveja, o Brasil é o terceiro do mundo, mas também é o mais concentrado. Tem-se 70% concentrado em apenas um fabricante”, diz – e foi exatamente este o fabricante que primeiro recebeu o cutucão da CBBP.
Ao conseguir infiltrar as supostas tchecas Michaela e Dominika por 1h22min no programa Pânico na TV! e ‘levar de graça’ um espaço publicitário que, pelas vias comerciais, custaria caro à cervejaria – um filme de 30 segundos no intervalo do programa não sai por menos de R$ 179 mil -, a companhia pegou de surpresa a Skol, patrocinadora oficial do Pânico.

marcelo@experimentecom.com.br

Heineken instala sofá na praia de Botafogo no Rio de Janeiro

A cidade do Rio de Janeiro e mais quatro metrópoles mundiais foram escolhidas pela Heineken para a divulgação da sua marca através de um projeto de publicidade bem interessante!
O Brasil será parte de um roteiro de ações globais da empresa para oferecer experiências novas e inusitadas aos consumidores.  E, para iniciar as ações, a empresa instalou um sofá na praia de Botafogo, no Rio de Janeiro. Um sofá?! Sim, isso mesmo. A ideia é que o sofá de design diferenciado permaneça até o dia 12 de dezembro lá, permitindo com que o público aprecie o nascer do sol bem acomodado.
Fonte: http://www.poucatinta.com.br/2011/12/08/heineken-instala-sofa-na-praia/
Comentário BambuzadaMKT
Interessante o “approach” que a Heineken utiliza em suas ações globais. Vamos esperar pra ver a continuação dessa campanha e até onde a criatividade deles irá.



marcelo@experimentecom.com.br

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Fenômeno no Futebol e no Marketing

Boa noite galera, após assistir ao jogo e ver a despedida do Ronaldo, tenho que falar desse fenômeno dos gramados e do marketing também.
Sabemos que a vinda do Ronaldo trouxe inúmeros benefícios ao futebol brasileiro, como aumento na arrecadação de patrocínio e uma nova forma de bancar os salários dos nossos melhores jogadores através do uso de sua imagem para a publicidade, porém abaixo segue um vídeo feito pela Nike com o que era o futebol mundial antes e depois de Ronaldo.
Um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos e uma das melhores marcas pessoais, Ronaldo fenômeno desde o início de sua carreira chama atenção pelos dribles e pelas campanhas publicitárias, estrelando inúmeros comerciais e fazendo inúmeras parcerias de sucesso, abaixo segue as mais famosas:

- AmBev em setembro de 1994 – contrato existente até os dias de hoje
- Nike em 1995 – Contrato vitalício assinado quando tinha apenas 18 anos
- Tim e Pirelli em 1997/1998 – Nos tempos de Inter de Milão o fenômeno estrelou campanhas das duas marcas.
- Hypermarcas em 2009 – Com o aumento de patrocínio master na camisa do Corinthians o Ronaldo vira garoto-propaganda da marca, onde figura até hoje, atuando até de palestrante
- @ClaroRonaldo em 2009 – Contrato com a Claro para o uso do twitter, onde o mesmo divide o com a operadora trazendo inúmeros seguidores.


Acredito que para todos os brasileiros ele é um exemplo de garra, de vontade, de superação e também de Marketing pessoal, como o mesmo disse em sua despedida “Obrigado por aceitarem como eu sou”, obrigado fenômeno, além de um belo futebol, trouxe belos cases de Marketing e futuramente continuará contribuindo com o Marketing brasileiro através da 9ine.

marcelo@experiementecom.com.br

Sinta a força de venda.

Texto, para que? As imagens dizem tudo por si só.

Uma Ferrari mais acessível - Puma

Puma Motorsport inovou na maneira de promover sua coleção de roupas da Ferrari. Em um vídeo stop-motion todos os modelos de camisas e acessórios envolvendo a marca foram transformados em um fórmula 1 da escuderia italiana.

Criatividade que chama a atenção e repercute entre os fãs das marcas. Poderia até ser melhor explorado com fotos no Flickr deles e um vídeo making-off dessa brincadeira, mas como foi lançado há 1 semana talvez ainda venham surpresas por aí.

marcelo@experimentecom.com.br

O consumidor do futuro: Internet pode estar mudando o cérebro das pessoas

Olha aí um dado para se ficar de olho caso você trabalhe com comunicação e planeje continuar trabalhando nos próximos anos: o uso da internet e da tecnologia por crianças pode estar alterando a maneira como nossos cérebros funcionam.
Ainda não há nada concreto, mas cientistas andam pesquisando os impactos desse novo comportamento diretamente nos nossos cérebros.
O neurologista e psiquiatra infantil Jairo Werner, da Universidade Federal Fluminense, aponta que os nativos digitais aprendem a linguagem tecnológica e a mecânica da internet assim como aprendem sua primeira língua. Por esse motivo eles têm tanta facilidade, diferente da geração anterior, que precisou aprendê-la depois que as redes neuronais já estavam formadas.
No contraponto, o psiquiatra Gary Small, diretor do Centro de Memória e Envelhecimento da Universidade da Califórnia, ressalta que o cérebro dos mesmos nativos digitais, por passarem muito mais tempo dedicados a tarefas relacionadas à tecnologia do que a geração anterior, são deficientes em habilidades cognitivas de comunicação.
Além disso, o mesmo pesquisador identificou que pesquisar no Google ativa áreas no cérebro que normalmente não são estimuladas durante a leitura. E isso vale tanto para nativos digitais como qualquer pessoa que nunca usou a internet.

É bom ficar atento, afinal, o consumidor de amanhã será bem diferente de eu e você.

marcelo@experimentecom.com.br

Steve Jobs | Uma lenda - Surpreenda-se

Nossa singela homenagem.